Findo

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Do raciocínio nada nada lógico

Vocês provavelmente já conhecem minha avó. A fama da velha, percebo a cada dia, corre os quatro cantos do mundo. Mas um fato que não é de conhecimento tão público assim é que na verdade toda a minha família é praticamente composta de seres excêntricos (eufemismo pra lunáticos, verdade seja dita).

Prova disso é o meu irmão por parte de pai Eric, 8 meses mais velho que eu, dono de um raciocínio lógico profundo e complexo. Só me dei conta de que ele é uma figura única nesse nosso mundo terreno na semana passada, quando recebi um e-mail maroto dele que descrevia algumas camisas de times/seleções de futebol da sua infindável coleção que ele queria se desfazer. Naquele exato instante me lembrei de um fato não muito distante.

Ao tal fato não muito distante:

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O nosso Pequeno Pensamento Político

Parte 1

Eu não gosto de política. Não sou muito ligado, não acompanho nem os escândalos (coisa que temos uma tendência natural a fazer), não tenho disposição nenhuma pra discutir nem argumentar. Diria que sou preguiçoso em relação a tudo isso. E já pra começar, se você vai dizer que estou errado: não fode.

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Parado

Mas logo logo eu volto, amigos.

Juro.

Cento e quarenta

Agora falando sério.

Essa onda de suprimir as idéias está atrofiando meu cérebro. Claro que não é culpa da pornografia diária que eu acesso, muito menos do lixo que leio diariamente por aí que mais parece ter saído de um rio com cheiro de mil crianças mortas.

A verdade é que agora, toda vez que eu tenho uma daquelas idéias banais geniais durante o cagão banho ou almoço, ao invés de tentar desenvolver os pensamentos na cachola, dar aquela floreada, introduzir, fermentar, concluir e assinar, eu tento reduzir a parada a malditos cento e quarenta caracteres (menos ainda se você quiser um RT).

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Paula

Seguindo a já (não tão) esquecida lista das cinco meninas que minha mãe acha que me amaram mais, vai ali correndo livre na ponta esquerda Paulinha, a 4°.

Paula era minha vizinha nos anos empoeirados que não voltam mais. Se você acompanha o blog (alô vó!) ou já leu este texto aqui você vai reconhecê-la na figura da irmã de Júnior Bill, num parágrafo que termina assim

Júnior Bill também tinha uma irmã, e ela se chamava Paulinha. Aos 10 anos Paulinha gostava de mim. Aos 12 anos eu gostava de Paulinha. Aos 14 anos Paulinha gostava de Higor, que tinha uma irmã chamada Luana, que gostava de mim e era a melhor amiga de Paulinha.

Ninguém nunca pegou ninguém.

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Minha vó mafiosa

Ceará 1 x 0 Vitória

Tô no quarto, jogando. Aparece a velha, nem bate na porta, põe a cabeça pra dentro:

– Tá perdendo ou tá ganhando, meu filho?

Respondo rápido sem perder a concentração no backhand : – perdendo.

A outra pergunta dela já tava na ponta da língua:

– E aí, ceará que dá pra virar?

Coroa descarada… ainda me fez errar o backhand.

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