Posts Tagged 'pais'

Paula

Seguindo a já (não tão) esquecida lista das cinco meninas que minha mãe acha que me amaram mais, vai ali correndo livre na ponta esquerda Paulinha, a 4°.

Paula era minha vizinha nos anos empoeirados que não voltam mais. Se você acompanha o blog (alô vó!) ou já leu este texto aqui você vai reconhecê-la na figura da irmã de Júnior Bill, num parágrafo que termina assim

Júnior Bill também tinha uma irmã, e ela se chamava Paulinha. Aos 10 anos Paulinha gostava de mim. Aos 12 anos eu gostava de Paulinha. Aos 14 anos Paulinha gostava de Higor, que tinha uma irmã chamada Luana, que gostava de mim e era a melhor amiga de Paulinha.

Ninguém nunca pegou ninguém.

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Jenifer

Não sei por que diabos em algum momento não iluminado minha mente achou que isso daria uma lista interessante, mas vá lá, não é um tema tão ruim assim. Encarnando a figura de John Cusack em High Fidelity, resolvi desenvolver, em juízo, essa idéia idiota brilhante: as cinco meninas que minha mãe acha que me amaram mais (da arte de inventar temas esdrúxulos).

É bem verdade que não passo de um piá, mas não foi difícil listar cinco benditas que conseguiram enganar a velha.

Será?

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Meu pau

O General, quando apenas um Capitão.

Se você já leu meu blog alguma vez, provavelmente você está habituado com as histórias do Seu Bigode General. Se você já leu todos os texto (vá lá, ainda são poucos, 5 no máximo) você já deve inclusive ter traçado todo um perfil psicológico do meu velho e suas consequências nos que o envolvem. Eu já teria feito isso, no mínimo.

Uma coisa que você não sabe é que eu evito escrever “meu pai”. Pode parecer idiotice, mas o fato da tecla I ficar ao lado da tecla U já gerou frases do tipo PERAÍ QUE VOU ALI PEGAR MEU PAU ou SEI NÃO, MEU PAU TÁ MUITO IRRITADO ULTIMAMENTE.

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A velha Porto

Se você é um dos meus milhares de leitores (abraço pai, beijo mãe) que reside na cidade de Salvador e me conhece pessoalmente, posso te garantir uma coisa – na verdade duas: a primeira é que eu sou um cabra macho retado; a segunda é que eu sou o único ser humano nascido/criado/vivido em Porto Velho que você conhece e provavelmente vai conhecer durante sua estadia na Terra.

Tudo começou quando meu velho, ainda um jovem recém-formado na corporação militar do Estado da Bahia, teve a oportunidade de fazer um concurso para tentar seguir carreira militar no Estado de Rondônia. Você leu certo: Rondônia. Sem muitas opções, com um filho fora do casamento e esta figura que vos digita já engatilhado no útero de minha mãe, lá foi ele. Foi e passou.

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